Vem pra roda moreno
Gasta esse samba comigo
Me deixa beber do teu cio
Roçar o meu no teu corpo vadio
E levantar poeira até o dia amanhecer.
Deixa menino, teu coro no meu arder
Entalhando na pele se for de destino
E se amar até sereno molhar nossa cara
até a lua se esconder.
Vem cá seu moço não faça novena
Me abrace e me cheire o cangote
me deixe medir o chão da tua pele morena
Se achegue e deixe de prosa
Não tá vendo eu aqui toda dengosa
Querendo também do teu chamego
prometo te o mostrar o meu apego
te dar Cafuné, dengo no quengo, na cama café
Se tu me amar nesta noite como pra vida inteira.
Ora neguinho se apresse e deixe de besteira.
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